Perguntas Frequentes sobre Melasma

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Por que é que a minha pele é propensa a manchas escuras?

A hiperpigmentação aumenta com o envelhecimento – até mais do que as rugas. A flutuação hormonal (sobretudo durante a gravidez e a menopausa), a exposição solar sem proteção, a presença de uma inflamação, o facto de ser mulher e a genética têm um peso muito grande no surgimento das manchas na pele.

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É possível remover as manchas da pele?

Sim, é possível e com resultados muito satisfatórios. Os tratamentos dependem da origem e da causa da hiperpigmentação, daí a necessidade de consultar um médico dermatologista especializado. A terapêutica pode incluir sessões de laser, cremes despigmentantes ou a realização de um peeling facial.

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Como é que sei que estou perante um melasma e não outra doença de pele?

Por norma, o dermatologista consegue identificar um melasma rapidamente, bastando realizar um exame à sua pele.

Para determinar a profundidade do mesmo – e o tratamento correspondente – recorre-se a um exame em que a pele é observada sob uma lâmpada de Wood. Esta análise permite diferenciar a hiperpigmentação de outros distúrbios cutâneos. Caso haja suspeitas mais graves, pode ser realizada uma biópsia.

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O melasma é perigoso?

Não. O melasma é causado por alterações hormonais. Não é perigoso, nem doloroso, embora tem impactos emocionais e psicológicos sérios nos pacientes, uma vez que as manchas são inestéticas e difíceis de esconder. Apesar de ser uma condição benigna, deve ser tratada porque as manchas podem tornar-se definitivas.